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Braga

Criação de sites em Braga: o que verificar antes de contratar seja quem for

Braga tem a Universidade do Minho e o INL, o laboratório internacional de nanotecnologia criado por Portugal e Espanha. A Bosch desenvolve a partir daqui, a par de Aveiro, Lisboa e Ovar. E tem oficinas, clínicas e restaurantes que vivem de quem passa na rua. Estes dois mundos não precisam do mesmo site. Antes de pedires orçamentos, vale a pena saberes em qual dos dois estás, e esta página serve para isso.

Somos um estúdio de uma pessoa. O Jonas trabalha a partir de Toronto, com raízes açorianas, e a lista de clientes tem exatamente dois nomes, ambos industriais no Canadá — podes abrir os sites e testá-los. Não temos projetos em Braga nem vamos fingir que temos. O que temos é um método, preços publicados, e uma página que te serve mesmo que nunca nos contrates.

Uma nota sobre números. Circula a ideia de que a esmagadora maioria das agências portuguesas está em Lisboa e no Porto, e que Braga fica com uma fatia pequena. É provavelmente verdade, mas não encontrámos fonte pública que o confirme, por isso não publicamos a percentagem. Mais abaixo mostramos-te como medir isso tu mesmo, para o teu setor, em cerca de dez minutos.

O que sabemos mesmo sobre Braga, e o que não sabemos

Vale a pena separar o que é verificável do que é conversa de orçamento. Verificável: o INL, laboratório intergovernamental criado por Portugal e Espanha em 2005 e em operação desde o final de 2010, fica em Braga. A Bosch desenvolve a partir de Aveiro, Braga, Lisboa e Ovar. A Startup Braga, no edifício GNRATION, acelera projetos em biotecnologia, tecnologias digitais para a saúde, nanotecnologia, economia digital e sustentabilidade. E Braga é Cidade Criativa da UNESCO em Media Arts desde 2017. Não verificável, e por isso não o afirmamos: qual é o comprador típico da cidade.

  • Se vendes a outras empresas, o site é catálogo técnico e prova de capacidade: fichas de produto, tolerâncias, certificações e um pedido de orçamento que chega mesmo a alguém.
  • Se orbitas a universidade ou uma aceleradora, as verticais que a Startup Braga lista são técnicas e internacionais. Aí o inglês não é acessório.
  • Se vives de clientes que passam à porta — clínica, oficina, ginásio, restauração — o perfil do Google pesa tanto ou mais do que o site, e a marcação tem de funcionar no telemóvel.
  • Se o teu trabalho é cultural, a etiqueta Media Arts da UNESCO é um facto sobre a cidade; o que fazes com ela — calendário, bilheteira, arquivo — é decisão tua.

Mede a concorrência em Braga antes de gastares um euro

Antes de pedires orçamentos, faz esta pesquisa. Abre uma janela anónima, escreve o teu serviço mais a cidade ou a freguesia — serralharia Braga, clínica dentária Gualtar, contabilidade São Vítor — e olha para a primeira página como se fosses um cliente. O que estás a medir não é bonito ou feio. É quantos concorrentes têm mesmo um site que responde, e quantos aparecem só com um perfil do Google ou uma página de Facebook. Este exercício vale mais do que qualquer estatística de mercado que alguém te cite.

  • Conta quantos dos dez primeiros resultados são sites próprios e quantos são diretórios, Facebook ou perfis do Google. Muitos diretórios podem indicar procura mal servida.
  • Abre três sites de concorrentes no telemóvel e cronometra. Se demoram mais de três segundos a mostrar seja o que for, tens aí espaço.
  • Vê se algum tem uma página dedicada por serviço e por zona, ou se todos mandam tudo para a homepage. Se ninguém tem, é a diferença mais fácil de criares.
  • Repete a pesquisa com o termo em inglês, se vendes para fora. Vais ver com os teus olhos quanta concorrência séria existe nessa primeira página, em vez de acreditares na palavra de uma agência.
  • Guarda uma captura de ecrã de cada pesquisa com a data. Daqui a três meses é assim que sabes se o investimento fez alguma coisa.

Duas línguas: quando é mesmo preciso, e como se faz bem

Se vendes para fora de Portugal, um site só em português não aparece a quem pesquisa em inglês, francês ou espanhol — não é uma questão de perder parte das oportunidades, é não existir nessa pesquisa. Traduzir mal também não serve: um catálogo técnico passado por um tradutor automático faz-te parecer pequeno ao comprador estrangeiro, que é exatamente o contrário do que precisas. E publicar as duas versões não chega. Sem sinais claros de idioma, corres o risco de o Google mostrar a versão errada a quem chega.

  • Usa endereços separados por língua, do tipo /pt/ e /en/, com hreflang recíproco entre as duas versões. É o sinal que diz ao Google que versão mostrar a que utilizador.
  • Traduz o essencial, não tudo. Capacidades, fichas técnicas, certificações e contactos em inglês valem mais do que um blogue bilingue por atualizar.
  • Mantém unidades, normas e nomes de material como o comprador os escreve. Quem procura do estrangeiro procura a norma, não o teu slogan.

O que costuma encaixar em cada escalão

Estes são os nossos preços publicados, os mesmos do guia de preços do site. Os intervalos existem porque o mesmo escalão pode ter três páginas simples ou três páginas com catálogo. Valores sem IVA português. Quando o cliente é um sujeito passivo registado, a fatura sai com autoliquidação e és tu a declarar o IVA; se o IVA fica ou não neutro depende do teu direito à dedução, e há atividades em que não fica. Tratamos também do Modelo 21-RFI. Não somos contabilistas: confirma o teu caso com a tua contabilidade antes do primeiro pagamento.

EscalãoPreço (sem IVA)Encaixa quando
Launch690–950 €Uma página forte: uma oficina em São Vítor, um serviço único, ou validar um produto novo antes de investir mais.
Growth1.500–2.900 €5 a 8 páginas: uma por serviço, catálogo simples, formulário de orçamento e versão inglesa para quem já responde a pedidos de fora.
Scale3.500–6.500 €Catálogo técnico extenso, área de cliente, ligação ao teu ERP ou CRM e várias línguas.
Manutenção99–179 €/mêsAtualizações, cópias de segurança e alterações pequenas sem orçamento novo a cada pedido.
SEO local390–690 €/mêsTrabalho contínuo em páginas por serviço e por zona — Braga, Gualtar, Guimarães —, perfil do Google e conteúdo que responde a dúvidas.

Trabalhamos de Toronto. O que isso muda, e o que não muda

Não temos escritório em Braga e não vamos abrir um só para esta página parecer melhor. O trabalho é feito de Toronto, cinco horas atrás de Portugal continental. Em concreto: quando escreves às nove da manhã, aqui são quatro da madrugada, e a resposta chega-te à tarde. Se precisas de alguém ao telefone às primeiras horas do teu dia, não somos nós. Para estrutura, desenho, código, conteúdo e SEO, o fuso não muda nada; para fotografia no local e reuniões nas tuas instalações, muda tudo.

  • O que resolvemos à distância: estrutura, textos, desenho, desenvolvimento, velocidade, SEO técnico e local, formulários e ligação direta ao teu email.
  • O que não fazemos: fotografia e vídeo em Braga. Contrata um fotógrafo local diretamente; ficas dono das imagens e falas com quem as tira.
  • O que fica sempre teu: o domínio, o código e as contas. Sem contratos de fidelização e sem ficares preso a um painel que não controlas.
Clientes reais

Sites que podes visitar e testar agora.

Não mostramos conceitos como se fossem clientes. Estes dois fabricantes em Toronto são clientes atuais — os sites estão online e mantemo-los todos os dias.

FAQ

Perguntas frequentes.

Preciso mesmo de uma agência com escritório em Braga?

Só se precisares de coisas que exigem presença física: fotografia no local, reuniões nas tuas instalações, acompanhamento de eventos. Para o resto, o que pesa na pesquisa é o teu negócio — o teu perfil de empresa, páginas dedicadas a cada serviço, conteúdo que refere a cidade onde faz sentido, velocidade no telemóvel — e não a morada de quem constrói o site. Se quiseres presença física, contrata-a à parte.

Vale a pena SEO local em Braga ou chega o perfil do Google?

O perfil do Google resolve quem já sabe o teu nome ou procura perto de mim. Não resolve quem procura com dúvidas — quanto custa, qual a diferença entre, como escolher. Essas pesquisas caem em páginas de conteúdo. Faz o teste da secção anterior com três dessas perguntas no teu setor e vê quem já as responde em Braga: a resposta que encontrares vale mais do que qualquer opinião nossa.

O meu site deve estar em português e inglês?

Se vendes só na região, português chega. Se vendes componentes, serviços técnicos ou software para fora, o inglês costuma pagar-se sozinho. A regra prática é simples e não depende de estatísticas nenhumas: se já respondeste a um pedido de orçamento em inglês este ano, precisas de versão inglesa a sério, com endereços próprios e hreflang, não de um botão de tradução automática no canto da página.

Tenho só uma página de Facebook. Isso não chega?

Uma página de Facebook não é tua e não decides como aparece na pesquisa. Serve para mostrar trabalho recente, não para ser a tua casa. O mínimo defensável hoje é um site de uma página que carregue depressa no telemóvel, com o que fazes, onde trabalhas, uma ideia de preço e um formulário que chega ao teu email sem intermediários. Isso cabe no escalão mais baixo da tabela acima.

Como funciona a fatura e o IVA para uma empresa portuguesa?

Faturamos sem IVA português, com autoliquidação quando o cliente é sujeito passivo registado, e tratamos do Modelo 21-RFI. Se esse IVA te fica neutro depende do teu direito à dedução, por isso não te damos garantias: confirma com a tua contabilidade. O detalhe de faturação está no guia de preços, em letremor.com/pt/quanto-custa-um-site.

E se eu estiver em Guimarães, Barcelos ou Famalicão?

Trabalhamos igual. A diferença prática é o conteúdo: se estás em Famalicão e a maior parte dos teus clientes vem de lá, não faz sentido otimizares tudo para Braga. Fazemos páginas para as zonas onde vendes mesmo, com base nos teus últimos vinte clientes, e não no concelho que soa melhor num orçamento. Trazes a lista, olhamos para ela, e a estrutura do site sai daí.

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